sábado, 31 de julho de 2010

Sou Sofia

Quando chegou esta ninhada aqui em casa, tremi nas bases. Pensei: perdi o meu reinado. Vai embora minha escovação diária. Vai embora o meu pãozinho diário. Ficarei jogada às traças. Quase peguei meus brinquedos, fiz uma trouxa e fui embora. Obviamente levaria os que mais gosto, pois o restante ficaria lá fora. Comecei a gostar até do meu veterinário. Balancei meu rabo quando ele chegou, fiz festa. Mas, fiquei muito mal. A carência e o ciúmes foram doentios.

Podem acreditar, com o passar dos dias, notei que nada havia mudado, muito pelo contrário. O que mudou foi para melhor. Eles não andam pela casa, pois são muito pequenos. Continuo com todo o meu espaço. Acreditem se quiser, estou até ajudando minha mãe a cuidar destes pequeninos. Se escuto um barulho, saio latindo para chamar minha mãe. Não quero que nada de mal aconteça a eles. Nem precisei o regime que haviam me orientado a fazer. Continuo gordinha, tomando o café com minha mãe, junto com a mana Bombom. Falei a ela: nesta casa temos amor a todos. O velho ditado: coração de mãe é grande. Sou a única que tenho acesso ao quarto do mano. Lá tenho um amigo chamado Salém. Nos respeitamos, pois, como há outro ditado: gato não gosta de cachorros.

Porém nada faço com ele. Sigo direto à ração dele e como tudo que posso, bem rápido. Eles nem notam. Se ele falar alguma coisa, coitado dele... mas sou um pouco gulosa, não acham? Mesmo assim, com minha carinha todos são gamados por mim. Nas festas daqui sou a única que circulo livremente. A Bombom não pode sair, pois não pode pegar friagem. O Salém é estressado. Eu não, sou educada e recebo todos na porta com um brinquedo na boca, dando as boas-vindas. Afinal, moro aqui desde pequenininha. Beijos, Sofia.

Bombom: pedacinho de côco queimado

Entrei nesta família por acaso, foi minha sorte. O destino me fez encontrá-los. Fui tratada, fiz várias cirurgias e hoje já estou com bastante idade, mas sei que sofrimento não passarei mais. Tenho todo o amor que merecemos receber.

Meu passado, como desconheço, minha nova mãe também não sabe. Talvez seja melhor assim, para não entristecê-la. O importante é que agora sou feliz. Tenho minha cama, vejo televisão ao lado dos meus pais e ando pela casa toda. À noite meu pai me pega no colo para minhas necessidades, pois já tenho as perninhas cansadas.

Toda semana vou tomar banho e me enfeitar, pois sou bastante vaidosa. Fiquei meio com medo quando chegaram estas crianças aqui, mas, bobagem. Meu lugar ninguém toma. Meu pãozinho, em volta da mesa, e meus carinhos continuam. Beijos, Bombom.

Alguém já viu um carneirinho?

Se ainda não viram, olhem para mim.

Odeio me separar da minha irmã Pipoca, pois ficamos sempre juntas, mesmo durante as brigas.

Coitado do Artur quando cai nas nossas patas. Batemos nele de dupla, mas ele sempre vence.

Lili cuida de nós, enquanto estamos descansando. Beijos, Fatinha.

Por que será que meu nome é Pipoca?

Hummm...

Já dá para adivinhar! Praticamente 680g de esperteza e peraltice. Não paro um segundo sequer. Corro, brinco e sou realmente uma pipoquinha. Um grão de milho em uma panela bem quente com gordura, pulando sem parar.

Mas, digam, não sou bonitinha? Todo mundo quer me levar para casa, mas já tenho uma que eu amo muito. Daqui não saio. Já não posso falar o mesmo dos meus filhotes. Beijos, Pipoca.

Tenho nome de rei...

... claro que sou um rei! E bem melhor que o próprio Rei Arthur. Pelo menos em termos de mulheres, deixo muita gente no chinelo. Sou pequeno, mas ficarei grande, e como vou... Já estou pesando 1,200kg e tenho só 03 meses.

Minha mãe que me faça um regime, pois não posso crescer muito. Estou rodeado de meninas mignon. Mais tarde falarei mais de mim, pois minhas irmãs querem se apresentar também. Beijos, Artur.

Apresentando a Lili

Sou uma poodle abricó bem pequena. Nosso lema é amor, não pedigree.
Estamos neste mundo para trazer alegria e para sermos felizes. Eu e meus irmãos queremos amar e, para tanto, damos o que melhor temos: carinho e admiração pelos nossos donos.
Moro em uma casa onde carinho e amor temos de sobra. Todos ficam ao nosso redor nos paparicando. Temos brinquedos e muita atenção. Sou a mais autoritária, confesso. Tenho um grito estridente. Se não fazem minha vontade, ai, ai, grito mesmo.
Durmo bem à noite... acordo 06:00 horas em ponto. Como minha ração e vou tomar um pouco de sol.
Voltamos ao nosso quarto, comemos novamente e dormimos. Às 15:00 horas vou a uma área coberta brincar, enquanto meus aposentos são arrumados. Gosto de tudo bem limpo e cheiroso. Podem notar, é claro, que sou exigente.
Colocarei, também, fotos dos meus irmãos e irmãs e das minhas tias, para falar deles mais tarde. Beijos, Lili.

Minha dona falando de mim

Falar de animais para mim é fácil, pois remete a algo muito simples: amor.
Tive vários amores que o tempo levou. Estava triste e sem meta. Veio, então, a vontade de amar novamente.
Surgiu a Lili e não veio só: trouxe três amigos sem ela. Artur, Pipoca e Fatinha.
Todos estes poodles têm a Sofia (labradora) e a Bombom (poodle), que são as tias que cuidam deles.